Tem pessoas que gostam de colocar títulos nos anos. O ano do noivo da vida, o ano do sucesso profissional, o ano das viagens. A verdade eu nunca parei para pensar nos logros do ano que passou nem fiz promessas para os 365 dias que vem. Porem, minha vida mudou muito desde que mudei-me ao Brasil, e a criação deste Blog, me faz elaborar pela primeira vez a minha lista de lembranças do 2007.
Se tivesse que definir o 2007, seria indefinição. Agora que terminei de escrever esse post e reli, vejo que o ano simplesmente “fluiu”. Acho que ficou definido pela falta de metas e logros no que respeita ao trabalho. Agora penso que passou rápido, ainda que tenha achado devagar no momento.
Comecei o ano de volta em Peru, onde fui a celebrer meu aniversario, natal e ano novo ao lado dos abandonados, e a trabalhar nos últimos preparativos da minha boda. Casei-me em Janeiro com o amor da minha vida (clichê de mais?), numa festa com a qual sempre sonhei. Fevereiro começou com a lua de mel, e o retorno ao Brasil.
Março foi interessante e rápido, marcado pela venda de nosso primeiro apartamento e a compra deste segundo, muito menor que o primeiro, mas mais de acordo com a gente. O primeiro foi uma compra impulsiva, a gente não percebeu o cupim e os canos estragados, e o pior de tudo, o condomínio caro. O bom foi que a gente conseguiu uma venda legal, recuperamos o investimento e compramos esse menorzinho mais acolhedor de mais!
Todo o 2007, eu já não precisava ir mais para a universidade, só me preocupar pela dissertação do mestrado. Assim os meses passaram divagar. Em Julho voltei para o Peru para fazer pesquisa e decidir o tema da tese, e voltei com uma plástica de nariz. Decidi o tema em novembro, graças a minha amiga Natalia, que fez que abriesse os olhos e visse a desgraça de trabalho que tinha feito ate esse momento.
Ainda com pouco tempo para terminar a tese, viajei a Uruguai em outubro com as gurias da Costa Rica, de mochila, e descobri que já sou velha para esses trotes. A meus 26, o meu marido influenciou em mi demais em aspectos de comodidade e planificação em quanto a uma viagem. Ainda assim, diverti-me, e percebi que ainda sou amigo-dependente.
Dezembro foi no Rio de Janeiro: passar as festas em família. Com a família política, é claro, e a visita da minha própria família para o ano novo. Consegui duas entrevistas de trabalho, ainda que pudesse ter conseguido mais. A melhor empresa me detonou! Sai derrotada no intento de quer impressionar. A segunda empresa me ofereceu trabalho e já tou quase no fim do prazo pra dar a resposta de se aceito ou não.
Alem do amor, que é obviamente importante para mim, a incerteza do que fazer (trabalho) domina meu estresse, emoções, ansiedade e insegurança. Não fiz uma lista de metas para o 2008. Mas se fizesse, o primeiros messes estariam dominados pela procura da motivação profissional, e pela procura de um emprego legal...
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